Quizumba
Menina, que seca. Comecei a escrever uns três ou quatro posts que não viram a luz do dia por conta de não estarem assim tão bons quanto eu gostaria que estivessem. Diabo de exigência pessoal.
Rápido, antes que a chatice tome conta: o aniversário foi ótimo. Aniversários são, por definição, sempre ótimos (well, os meus são). Obrigada a quem lembrou e deixou mensagem aqui ou no facebook. Trinte e nove primaveras and counting. É estranho estar quase quarentona.
Finalmente estou de férias, mas ninguém diria. Acordo cedo, arrumo a casa freneticamente (gosto dessa palavra, fre-ne-ti-ca-men-te, porém detesto arrumar a casa - ainda bem que o urso é escandinavo e me ajuda); tudo esta meio assim, corrido. Acho que é porque espero visita ilustre.
Comprei flores e plantei em vasos que foram devidamente distribuídos pela casa toda e pelo jardim. Tomara que elas durem até a visita chegar; depois podem seguir o caminho de sempre e partir dessa pruma melhor.
Estou lendo “De fattiga i Lodz”, de Steve Sem-Sandberg. É uma crônica da vida no gueto de Lodz, Polônia. Não é uma leitura leve, de verão. Ontem fui dormir meio arrepiada com a progressão da violência alemã contra os judeus poloneses durante a segunda grande guerra. Mas é interessante.
E agora eu vou tomar café.
A palavra em sueco do dia é semester, férias.

