June 26, 2009

Jacko

Gente. E o Michael Jackson, hein? Que coisa. Eu era fã… Quer dizer, era fã na época em que ele ainda fazia boa música, não se envolvia com crianças… e ainda tinha nariz. Que coisa.

Filed under: Vidinha — Maria Fabriani @ 13:24

June 19, 2009

It’s a kind of magic

Estou lendo Obama. Muito bom, muito bom.

Terminei o quarto livro da série Martha Quest, da Doris Lessing. Gostei mais desse do que do terceiro. Porém, não gosto da Martha. O que gosto é quando DL escreve sobre a mãe da Martha, uma dragon-lady fascinante, ou sobre a filha da Martha, que Martha abandonou no livro e DL vida real e sobre a qual não se conta muita coisa. (Deve ser o maior bode da paróquia.)

Em duas semanas entro de férias.

Hoje não trabalhamos por conta do midsommar (literalmente “o meio do verão”), que comemora o solstício de verão por aqui. Vamos fazer churrasco; carne pro urso, salmão pra mim e salsichinhas pro Max.

Vocês conhecem o programa mais maravilhoso do planeta? Se ainda não conhecem, lhes apresento Spotify. Lá pode-se ouvir todas as músicas que você quiser de graça, em streaming. É legal (juridicamente falando), o que é ainda mais legal.

Filed under: De bem com a vida,Livros,Música,Vidinha — Maria Fabriani @ 09:23

June 3, 2009

Ainda sobre medos

Desde que soube sobre o acidente com o avião da Air France comecei a sentir uma série de coisas estranhas. Uma sensação de descompasso, uns medos estranhos, sem fundamento. Meu urso reagiu e perguntou o que é que estava errado.

Não costumo ser bitolada, mas não consegui dizer o que era. Tentei racionalizar e pensei: “Tô com medo de descobrir algum conhecido querido na lista dos mortos”. Mas não era exatamente isso. Achei que era porque foi exatamente o vôo que voei na minha última visita ao Rio. Mas não era isso também não.

Aí li sobre a família sueca que, justamente por conta do periogo de acidentes aéreos, decidiu se dividir: o pai e a filha seguiram antes pra França no vôo anterior. A mãe o o filho morreram.

Imediatamente focalizei tudo: esses tipos de acidentes, trágicos e imprevisíveis, me fazem pensar na minha própria mortalidade, na minha pobre condição humana. E o pior: me faz pensar na mortalidade da minha pequena família.

Esse, em si, é um pensamento difícil demais pra ser expresso em voz alta. É aquela coisa que dá nervoso e angústia só de pensar.

Por isso, paro por aqui.

Filed under: Elucubrações — Maria Fabriani @ 16:00
 

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