
Fiquei impressionadíssima quando dei de cara com as imagens que reproduzo aqui. A matéria está aqui, em inglês. As fotos foram tiradas por empregados da Funai e mostram uma tribo intocada pela sociedade moderna e que vive na Amazônia, na fronteira de Brasil e Peru.
Acho que fiquei tão impressionada por várias razões: o fato da tribo ser intocada; a beleza pura das imagens (a floresta é po-de-ro-sa, reparem bem na foto aí de cima!); pelo fato de não ter visto registro do ocorrido na imprensa carioca. Saiu no Globo? Alguém viu?
Estou boba. Essa tribo pura e intocada. Tomara que os caras da Funai sejam éticos e não divulguem a localização pra ninguém. Deixa os caras lá, levando a vida deles, caçando, comendo, dormindo, tomando banho de rio, tendo filhos, andando na selva e fazendo arcos e flexas.
E hoje vou jogar futebol. Pois é. É mais um lance do trabalho, coisa de entrosar o grupo e tals. Como aquele curso de dansa. Agora veja você: um bando de senhoras, todas com netos, só eu tenho filho pequeno e uma outra que é mais nova que eu, correndo (!) pra cima e pra baixo num campo de futebol. Alguém adivinha o placar? Se sair do zero a zero eu dou uma cambalhota.
Já contei que Max é um gênio? Não? Ah, pois é. Ele é. Outro dia fui ao banheiro e ele me fez companhia, sentadinho no andador. Ficou lá, espiando o que a mamãe estava fazendo. Aí, terminei meu business, lavei as mãos e fechei a porta (agora ele está engatinhando tudo, abrindo e fechando portas e tenho medo dele prender os dedinhos).
Disse: “Max, vem brincar com a mamãe na sala!” E ele fez que nem era com ele. Aí levantou (ele fica em pé no andador o tempo todo, um gênio da raça!) e bateu com a mãozinha na porta fechada do banheiro, como se quisesse entrar. “Não, Max”, eu disse, “vamos brincar na sala, agora”. Fui lá pegá-lo e quando o levantei, ele tinha feito cocô.
Já estamos economizando grana pra Harvard ou Julliard. A escolha é dele, lógico.
A palavra em sueco do dia é indianer, índios.