November 27, 2005

Mais um primeiro advento

Post copiado, uma vez que já escrevi sobre o tal do primeiro advento diversas vezes aqui.

“E hoje é o primeiro advento, ou seja o primeiro dia do ano eclesiástico da igreja sueca. Os adventos são comemorados nos quatro domingos que antecedem ao Natal. A palavra advento, advent em sueco, vem do latim adventus e quer dizer espera ou chegada (depende da interpretação). Nesse domingo as igrejas daqui costumam ficar cheias, as missas são bonitas, com coral e tal. Eu não vou à igreja aqui (aliás, nem aqui nem em lugar algum), mas acho bacana essas tradições que incluem velas, orações, quietude, esperança. A cada domingo até o Natal acende-se uma vela, como na imagem aí de cima.”

Depois de uma semana difícil, fui dormir na sexta exausta e de saco cheio. Dormi direto (uma façanha) até às 9h30m da manhã de sábado, o que me encheu de alegria. Fui dormir tarde no sábado e acordei hoje também quase às 10h. Tava mesmo precisando de um descanso. Conto os dias para esse maldito mês de novembro acabar, para dezembro chegar - e voar - para eu poder descansar nos braços orfeísticos do meu urso, em casa.

olho_peq.jpg

Quem lê meus arquivos deve ter notado que a maioria das fotos desapareceu de seus respectivos posts. A razão é simples: o Montanha é um blog grande que chegou a ocupar cerca de 90% do espaço de disco que meu provedor me fornece. Dezenas de emails de alerta depois, resolvi resolver a questão: apaguei o grosso das fotos e deixei apenas as imagens menores (gifs variados etc). Fica menos legal mas é o jeito.

A palavra em sueco do dia é ljus, vela, luz.

Filed under: Europa & Escandinávia — Maria Fabriani @ 14:00

November 24, 2005

Filme, livro, munchies e coluna

Domingo passado fomos (urso estava aqui) assistir a Harry Potter and the Goblet of Fire. É o melhor filme da série. O diretor é Mike Newell, que dirigiu entre outros “Quatro casamentos e um funeral”. Levei vários sustos, gostei do tom sombrio das imagens e fiquei maravilhada com a beleza visual do filme (note, logo no início, a cena do torneio mundial de Quiddich). Muito bom!

Dei uma parada no livro da Anaïs Nin. Peguei emprestado “Cries Unheard”, o segundo livro da jornalista Gitta Sereny sobre Mary Bell, uma menina que em 1968, aos 11 anos, matou dois meninos pequenos na Inglaterra. Agora, muitos anos depois de solta e vivendo com identidade protegida, Mary Bell conta como foi sua terrível infância. Arrepiante.

Poderia dar meu braço direito/ um dedo do meu pé esquerdo/ uma mecha de cabelo por um chocolate.

Tem coluna nova aqui, sobre regras suecas e brasileiras.

A palavra em sueco do dia é trött, cansada.

Filed under: Vidinha — Maria Fabriani @ 19:24

November 17, 2005

Entre dois mundos

cubo.jpgUma das coisas mais chatas de se mudar de país - principalmente sair de um país de terceiro mundo para um de primeiro com mania de se achar a consciência da humanidade - é que volta e meia você é vista uma representante ambulante do seu país de origem, pro bem ou pro mal.

Explico: em ano de copa do mundo, pessoas que pouco conheço vem falar comigo em tom simpático, comentam os jogos (ou as vitórias) do Brasil e acham que tudo é uma maravilha. No resto do tempo, volta e meia sou interpelada por pessoas que tenho pouquíssimo contato e que me indagam em tom reprovador sobre as mazelas sociais brasileiras, como seu eu pudesse explicá-las.

A última foi uma colega de turma na universidade. Estávamos conversando antes de uma aula. Ela, mãe de cinco filhos, me disse que nunca havia saído da Suécia. Me disse ainda que eu falava bem o sueco e me perguntou como eu fazia, já que volta e meia usava palavras que ela considerava “difíceis”, como koncept, kontext, diskurs etc.

Expliquei então que falava assim por dois motivos: o primeiro é porque meu vocabulário no Brasil era muito diversificado, e ter um vocabulário pobre em sueco não era uma opção. Tenho necessidade de me expressar no mesmo nível, seja em sueco ou em português. O segundo motivo, claro, é que em português, as palavras conceito, contexto e discurso não chegam a ser difícieis, até por serem de origem greco-latina e fazerem parte da estrutura do português.

Aí, no final da conversa, tirado do nada, ela me mandou essa: “Maria, é verdade que no Brasil existem meninos de rua?” Fiquei meio sem saber o que responder. “Sim”, disse-lhe, “é verdade”. Toda a primeira parte de nossa conversa me pareceu um preâmbulo para a verdadeira pergunta que ela já queria me fazer há tempos (depois ela me disse isso).

A coisa de ser representante de seu país sem ter pedido pelo título é uma faca de dois gumes. É claro que gosto de ficar orgulhosa das vitórias no futebol brasileiro, e é óbvio que fico muito triste cada vez que sou lembrada das faltas gravíssimas do meu país para quem vive na miséria e nunca teve oportunidade na vida.

Acho que meu desconforto nasce também da minha própria confusão do que diz respeito aos mundos em que vivo. O terceiro, com todas as suas faltas e, ao mesmo tempo, uma vivacidade que deixa os europeus ma-lu-cos, e o primeiro, correto e justo (até certo ponto), porém chato e previsível.

Tenho certeza de que a colega não quis me humilhar. A impressão que tive é que ela estava realmente curiosa sobre como crianças poderiam ser deixadas sozinhas no meio de cidades grandes - o que para qualquer sueco é uma incógnita absurda, levando em consideração todo o cuidado que eles têm com suas crianças. (O estranho aqui, aliás, é nós, brasileiros não acharmos o fato de existirem crianças de rua uma coisa totalmente absurda. Mas isso é uma outra discussão.)

Não parti pro ataque perguntando à colega sobre os pecadillos suecos porque não quero defender quem explora por exemplo mão-de-obra infantil nos cafezais de Minas Gerais, nem os responsáveis pela existência de crianças que preferem as ruas das grandes cidades brasileiras às escolas.

Mas um diabinho pousado aqui no meu ombro esquerdo, sussurou no meu ouvido: pergunta a ela o por quê da Suécia ter fechado as fronteiras para judeus europeus durante a Segunda Guerra Mundial! Pergunta o por quê da Suécia ter esterelizado centenas de mulheres deficientes mentais tendo como desculpa a eugenia da raça! Pergunta como milhares de imigrantes não conseguem viver de forma equivalente ao sueco médio simplesmente porque não são aceitos no mercado de trabalho!

Consegui ignorar o diabinho.

A palavra em sueco de hoje é kluven, dividido.

Filed under: Elucubrações,Vida de imigrante — Maria Fabriani @ 09:20

November 16, 2005

I am what I am

Dia muito bom. Seminário pela manhã, trabalho de grupo até a hora do almoço. O curso de organização continua a mesma porcaria, mas vamos levando. Sinto que agora posso me concentrar nele, ao invés de me preocupar com o resultado de ciências políticas. A noite de ontem pra hoje foi a primeira desde o mês passado que dormi direto, sem interrupções e sem acordar com dor de cabeça depois de ter pesadelos aflitivos.

É, sou nervosinha mesmo. Mas não sem motivo. Acho que, na verdade, o que causa meu nervosismo é uma necessidade de não “falhar” no que diz respeito às provas. A coisa de ter uma segunda chance é boa, mas acho chato ter de ficar estudando um assunto que já estudei, ainda mais estando no meio de um outro curso. Racionalizando, minha preocupação é totalmente compreensível e válida, ainda que não seja agradável ou desejável.

Sempre fui assim, desde criança. A diferença é que, no colégio, era obrigada a estudar coisas que sempre odiei, como matemática e física, e que, por mais que tentasse, não conseguia tirar notas boas. Por isso mesmo, não estudava muito pras provas, ficava apenas angustiada e paralisada. Quando passei pra universidade é que me dei conta que eu sou realmente uma aluna muito boa, competente, atenta e curiosa.

A palavra em sueco do dia é upptäckt, descoberta.

Filed under: Elucubrações,Universidade — Maria Fabriani @ 12:21

November 15, 2005

Prova – o resultado

Ai, estou tão feliz! Passei na prova de ciências políticas! E passei bem! De 48 pontos possíveis tirei 42,5!!!!!!!!!!! Já dancei sozinha aqui em casa, me abracei e agradeci a mim mesma pela paciência e pela disciplina que tive durante todo o curso, apesar de muitas vezes achar que minha vaquinha estava enveredando pelo caminho do brejo.

O professor, Bo (pronuncia-se Buu), é um amor de pessoa, cultíssimo e muito bem humorado. Ele ficou contente de eu ter tirado uma nota tão boa e deixou até um recado superlegal no final da prova:

“Underbart Maria! Jag visste det! Strålande insats och tyvärr får jag inte ge dig ett VG! ‘Brasiliansk samba’ i toppklass! Lycka till i fortsättningen!”

O que quer dizer: “Fantástico Maria! Eu sabia! Participação brilhante e é uma pena que eu não possa te dar um VG! ‘Samba brasileiro’ de primeira classe! Boa sorte no resto do curso!”

(A coisa do VG é o seguinte: no meu curso recebemos conceitos para passar. Pode-se tirar IG (icke godkänt) pra quem não foi aprovado ou G (Godkänd) quer dizer aprovado e é o conceito máximo de quem passou, não importantando se com a nota máxima ou apenas acima da média mínima).

Estou nas nuvens!

A palavra em sueco do dia é självkänsla, amor-próprio.

Filed under: Conquistas,Universidade — Maria Fabriani @ 16:04

November 11, 2005

Endorfina

Acordei antes dos obreiros começarem a bater martelo. Achei até estranho que tenham esperado tanto, já eram 7:20 da manhã quando ouvi o primeiro barulho. Li o jornal, me revoltei com algumas coisas, mas deixei pra escrever sobre elas depois de voltar de uma caminhada. Aproveitei a beleza do dia pra andar até o supermercado mais próximo, que fica distante uns 30 minutos a pé aqui de casa (o mercadinho na esquina da minha rua faliu).

Andei, andei, andei. Apesar de encasacada (e até por causa disso), suei e devo ter ficado com as bochechas todas cor-de-rosa, como eu sempre fico depois de exercício físico. Comprei todas as necessidades básicas, incluindo pepsi-light e brócoli, que vai ser devidamente comido com arroz. Esqueci do meu chá e do pão-cartolina-sueco, mas tudo bem. Chá de limão quebra o meu galho por enquanto. Voltei de ônibus que ninguém é de ferro.

En casa, arrumei tudo na geladeira e no freezer, tomei meu banho, lavei roupas, comecei (e terminei) de escrever um trabalho que deve ser entregue num seminário na semana que vem e… esqueci que tinha estado tão irritada poucas horas antes. Durante os primeiros minutos da caminhada compuz na cabeça o texto da carta de reclamação que iria escrever ao editor responsável. Mas, quando cheguei em casa, a raiva do repórter que escreveu sobre garotos de periferia de forma tendenciosa desapareceu completamente.

E tem gente que precisa beber ou se drogar para se sentir melhor. Já tentaram endorfina?

E o mistério que não quer calar: por que o nosso cabelo fica lindo sempre quando decidimos cortá-lo?

A palavra em sueco do dia é lättnad, alívio.

Filed under: Jornal,Vidinha — Maria Fabriani @ 13:15

November 9, 2005

Sem “tchan”

O tal do curso de organização, cooperação e liderança atingiu todas as minhas expectativas: é chatíssimo, repetitivo e tem livros didáticos incrivelmente enfadonhos. O melhor é que durará apenas um mês. Ontem foi a primeira aula pra valer, depois da apresentação do curso na segunda. Quase morri de tédio.

Um dos professores, Joakim, sentou durante as duas horas de aula, e repetiu o que podíamos ler nas transparências que mostrava. Quando começávamos a copiar os pontos importantes ele dizia que poderíamos encontrar absolutamente tudo no livro principal do curso. Aí pensei: “O que estou fazendo aqui olhando pra sua cara deprimida, cara pálida?”

Vou a uma aula pra ter o diferencial, os exemplos práticos, a explicação inspirada, concreta ou até teórica, mas que venha de uma pessoa criativa, com vontade de ensinar. Ler o conteúdo do livro não me traz qualquer problema e até prefiro fazê-lo sozinha do que em grupo. Por isso senti que estava perdendo meu tempo.

Logo depois, descobri que quase todas as minhas colegas pensam da mesma maneira. Acho que quem resolver assistir à aula de hoje não vai ter problemas em encontrar lugar para se sentar. Fico com pena do Joakim, que é doutorando na Instituição de Trabalho Social. Mas, ao mesmo tempo, acho que ele poderia ter se preparado melhor.

Esse professor é a mostra viva de gente que não tem “tchan”, compreende?

A palavra em sueco do dia é glöd, ardor, fervor, paixão.

Filed under: Universidade — Maria Fabriani @ 08:27

November 7, 2005

A Europa da exclusão

A TV sueca não cansa de mostrar as cenas de guerra urbana que se espalham pelo território francês há mais de uma semana. Mostram carros queimados, pessoas desesperadas, políticos sérios mandando a polícia baixar o pau e assistentes sociais dizendo o que os revoltosos realmente querem: trabalho, respeito, aceitação, integração, cidadania.

Enquanto isso, sento e espero que a mídia sueca some dois mais dois e chegue à conclusão de que esse espetáculo de violência urbana motivada por preconceito pode acontecer aqui também. Os ingredientes são os mesmos, discriminação e a desesperança de quem mora nos subúrbios das grandes cidades daqui (Estocolmo, Malmö e Gotemburgo). Na última sexta-feira, finalmente, meu jornal escreveu em seu editorial:

“Quando as economias européias ficam pra trás, o desemprego cresce e o consumo diminui, os que estão na base da hierarquia social sofrem mais. As crianças e jovens que vêem seus pais de fora do mercado de trabalho não acreditam que eles próprios terão destino diferente ou que jamais deixarão esses mal-falados subúrbios. Para eles existe apenas as ruas, as gangues, o crime e o vício.

Para alguns deles, no entanto, abre-se uma outra saída: a crença e dedicação por uma Causa. É nesse meio que jovens são recrutados para pegar um ônibus ou um trem de metrô com uma mochila cheia de explosivos. O desespero das pessoas que moram na Europa sem se sentir parte dela ajuda a proliferar o islamismo radical.

Dessa forma unem-se subúrbios franceses, mesquitas inglesas, assassinos holandeses e estudantes de vôo sauditas com ódio dos EUA. Até as áreas habitadas por imigrantes na Suécia têm problemas semelhantes, lá também existe uma desesperança para com a sociedade. Em setembro último o prédio da polícia no bairro de Ronna, em Södertälje (região cheíssima de imigrantes ao sul de Estocolmo) foi alvo de tiros. (Já escrevi sobre isso aqui)

Na Suécia, no entanto, não se vê a miséria absurda que os imigrantes franceses vivem. Os estrangeiros/novos suecos vivem em prédios enormes, as áreas onde moram não chegam nem perto do idílio típico nativo, a criminalidade é grande, a polícia já chega baixando o cacete, mas, ainda assim, o clima aqui é diferente. Talvez porque o sistema social salve da sargeta quem não tem nada.

Mas isso não basta. Dinheiro é ótimo, mas esperança em uma vida interessante e decente é ainda melhor. Na minha opinião, o grande problema é que a Suécia ainda não acordou pros pequenos detalhes. O fato de gente com nome estrangeiro (leia-se árabe) ou pele escura não conseguir viver da mesma forma que qualquer outra pessoa nascida e criada aqui, por exemplo. É árabe ou africano, estudou aqui e quer trabalho? Muda de nome porque com nome árabe, você não chega nem à entrevista preliminar.

Se chama Mohammed e quer alugar um apartamento? Boa sorte no mercado negro, meu chapa. No mercado aberto, regulado por empresas públicas locais ou escritórios particulares, você só consegue um lugar em listas de espera que podem demorar anoooos, ou simplesmente não consegue sequer deixar seu nome. O cara da imobiliária diz logo que não há apartamentos pra alugar na área nobre da cidade. (Quando, 15 minutos depois, um sueco com nome comum liga, recebe três ou quatro opções de apartamentos na mesma área).

A matéria está aqui (apenas em sueco).

Aí vocês dizem: “Ihhh, lá vem a Maria com essa chatice de preconceito novamente”. É, pois é. É chato mesmo. Aliás, chato foi para o embaixador do Peru (esse aí da foto acima), que foi barrado num restaurante chique de Estocolmo quando tentava tomar um drinque com colegas de trabalho. Os guardinhas disseram que o local estava cheio, quando os peruanos podiam ver pelas enormes janelas frontais que isso não era verdade. Enquanto discutiam, cerca de dez pessoas passaram por eles, todos de aparência escandinava, e foram curtir seu fim de noite. O embaixador disse que vai se queixar ao departamento de relações exteriores sueco.

A palavra em sueco do dia é förbannad, danada, furiosa.

Filed under: Europa & Escandinávia,Jornal,Vida de imigrante — Maria Fabriani @ 16:15

November 5, 2005

Enquanto isso, na Argentina…

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A palavra em sueco do dia é dumhet, burrice.

Filed under: Irritação e ironia — Maria Fabriani @ 16:14

November 4, 2005

Chá e enxaqueca

Há semanas que só tomo chá. Tudo começou com uma enxaqueca pré-menstrual especialmente cruel, com direito a céu estrelado no meio do dia, vômitos, tontura, sensação de que meu fim estava próximo. Nessas horas, não consigo pensar em comida e fico hipersensível a todo e qualquer cheiro. Isso na verdade eu já sou normalmente, mas nessas horas de crise, fico muito mais - qualquer cheirinho, bom ou ruim, me deixa à beira do desespero.

Aí, as únicas coisas que descem são chá, maçã e pão duro sueco (com gosto de cartolina). Volta e meia consigo botar uma banana pra dentro, mas não é sempre. Minha sensação é de que vou morrer de tanta dor. Não posso deitar porque a cabeça pulsa e só melhoro quando fico em pé ou sento. Mas o que quero é deitar porque fico extenuada de tanta dor. Sou sensível à luz também (o que, digamos, não chega a ser um problema no norte sueco nessa época do ano).

O chá que eu prefiro é um earl grey russo, da marca Lipton. É de-li-ci-o-so. Também associo minha vontade crescente em tomar chá com a chegada do inverno. Admito: é muito bom tomar um chazinho vendo neve cair (principalmente quando não se precisa sair de casa). Sobre a dor de cabeça: já estou bem melhor. Mas também tenho dor de cabeça em outras situações. Quando fico tensa e preocupada, por exemplo. E ainda quando resolvo fazer regime. Mas essa dor tem outro nome: chama-se malandragem. Hohoho. :c)

flor_lirio_desenho_peq.jpg

Escrevi esse texto ontem à noite. Qual não foi minha surpresa quando li uma materinha no suplemento de economia do meu jornal de hoje sobre a fábrica da Twinings, localizada em Hampshire, UK. A repórter escreve que a fábrica, que já completou 300 anos de existência, produz anualmente incríveis cinco bilhões de bolsinhas de chá para consumo internacional. Diz no artigo que todos os dias bebe-se 500 milhões de canecas de chá em todo o mundo, mas principalmente em países como Inglaterra, China, Índia, EUA, Japão e Marrocos.

A palavra em sueco do dia é te, chá.

Filed under: Livros,Vidinha — Maria Fabriani @ 10:26
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