Décimo dia
Foi um dia cheio. Depois do café-da-manhã, seguimos para a área de treinamento de tiro do trabalho do meu urso que, orgulhosamente, explicava como deveríamos usar a arma que ele escolheu para a nossa aula de tiro prático 101. E lá fomos nós, pessoas pacíficas, atirar em pobres homens-alvos de papelão. A Marcinha já contou essa história lá no Vida…, portanto não vou repetir.
O legal, foi que M. M descobriu que sabe atirar espetacularmente bem (vejam as fotos lá na Marcinha). Querida Marcinha deu dois tiros, mas sua mira não é lá essas coisas (ou será que ela ficou com pena do homem de papelão?). Eu dei um tiro e acertei no ombro do homem-alvo, o que, segundo meu urso, causaria sua morte, depois de longos minutos de agonia. Cruzes. Mas eu estava feliz mesmo assim, vai entender.
Na volta, passamos pelo escritório do meu urso, quando Marcinha teve a oportunidade de experimentar um dos orgulhos profissionais de Stefan: o seu colete a prova de balas (a pistola da foto é de plástico, don’t worry).
À noite, comemos um típico jantar inglês, criado pelo Casal M. No menu, rosbife, batatas e cenouras, repolho roxo (o único que não gostei), Yorkshire pudim e vinho francês. De sobremesa, Bread and Butter pudim. Estava DI-VI-NO. É ou não é um luxo ter seus convidados fazendo jantar especial pra você? Nossa, eu AMEI. Hohoho. Pra terminar a noite, assistimos a “O Brother, Where Art Thou?”, nosso favorito filme-dos-irmãos-Coen.
Comemoramos a chegada de 2005 com vinho borbulhante húngaro. Tava boooommmm… :c)
mpressionante as tsunamis na Ásia. As TVs daqui mostram sem parar a devastacåo causada pelo terremoto seguido pelas ondas fortíssimas às cidades de Índia, Sri Lanka, Phuket, Tailândia etc. Muitos suecos viajam exatamente para essas localidades agora, fugindo do frio, da neve e do céu cinza.

