Cabelo
Oi. Passei só pra dar um oi. Muito interessante os comentários do pessoal sobre o post das mulheres, abaixo. Pena que não tenho forças pra escrever mais sobre minha experiência aqui, de como as coisas realmente são. Ando lendo/estudando sem parar. Na segunda começamos uma nova fase do curso: sociologia. Tô que nem uma maluca, precisando ler mais de 500 páginas em uma semana. Sai meu Urso e entram Hobbes, Durkheim, Comte, Weber, Marx. Tô morta.
Mas fiz uma coisa boa essa semana (não que estudar seja ruim, muito pelo contrário, mas vocês catch my drift, né?). Então, cortei meu cabelo. Achei um salão dentro da universidade e a um preço exorbitante cortei meu cabelo. E, como sempre, em se tratando de Suécia, tem que ter alguma coisa especial. Pois é. Estava eu sentada esperando minha hora. Quando fui chamada pela cabelereira Agneta (a cara da cantora loira do ABBA de mesmo nome - quase perguntei se o nome dela, da cabeleireira, era artístico) disse que havia sim lavado minha cabeça no dia anterior.
Aí ela disse: tudo bem, mas vamos só dar uma lavadinha rápida, ok? Tá bom, disse eu, já pensando nas conseqüências econômicas (que não vieram porque lavagem e secagem são incluídos no preço do corte). Já sentada na cadeira, pronta pra lavar meus cabelos, Agneta me conta que é muito importante ter cabelos bem limpos quando se vai cortá-los. A razão foi uma surpresa pra mim: se você cortar um cabelo “sujo” e uma pequena pontinha cair nos pés da cabelereira, como sempre ocorre, ela pode desenvolver uma infecção seríssima nas unhas.
Fiquei boquiaberta. Nunca havia ouvido falar disso, mas Agneta me confirmou que uma companheira sua de salão cortou o cabelo de uma pessoa e logo depois descobriu que um pequeno pedacinho do cabelo havia se alojado debaixo da unha, causando uma infecção que custou à cabeleireira a sensibilidade da ponta do dedão. Se é verdade ou não, deixo aos cientistas descobrir. Eu vou pra cama com Thomas, Émile, Auguste, Max e Karl. Boa noite! :c)
Hoje sonhei que estava comprando roupas na loja de Ipanema da Dimpus (em frente à Chaika). Me acompanhando, um muchacho muito belo, sueco, que até bem pouco tempo fazia parte de um dos reality shows que assisto religiosamente. (Sorry, Urso! Foi mal aê!) As vendedoras eram lindas, loiras e magras. (Claro, o que esperar da Dimpus?)
A escritora brasileira Lygia Bojunga Nunes (foto) ganhou o prêmio Astrid Lindgren de Literatura Infantil! O prêmio é, segundo a imprensa e o governo sueco, um dos maiores prêmios de literatura do mundo, perdendo em importância apenas para o Prêmio Nobel. A notícia saiu na primeira página do
Veja a matéria do DN 