Hohoho
Pfizer desiste de criar o Viagra feminino. Explicação: “As mulheres são muito complicadas”.
Da matéria do Globon - (meus comentários estão em vermelho): “Depois de oito anos de pesquisas e testes envolvendo três mil mulheres, os cientistas da Pfizer descobriram que excitação e desejo têm efeitos e trajetos diferentes em homens e mulheres” (Dããã!!!).
“Para homens, estar excitado quase sempre leva ao desejo de consumar o ato sexual. Então, ao melhorar a capacidade do homem de ter ereções, o Viagra afeta sua função sexual. Mas, como excitação e desejo são freqüentemente desencontrados nas mulheres, o medicamento pode, sim, criar sinais externos de excitação, mas tem pouco ou nenhum efeito sobre a vontade das mulheres de fazer sexo.” (Mistééééério…)
“Em muitas mulheres, o que se observa é um desencontro entre as mudanças genitais e mentais”, disse ao The New York Times Mitra Boolel, chefe da equipe de pesquisas do sexo da Pfizer. “Esse desencontro não existe nos homens. Eles realmente têm ereções quando vêem mulheres nuas e querem fazer sexo. Com as mulheres, tudo depende de uma miríade de fatores”, observou. (E esse cara gastou milhões de dólares e oito anos de pesquisa pra descobrir o óbvio?)
“Boolel disse que ele e sua equipe vão continuar com a pesquisa, mas explicou que os cientistas vão desviar o foco da genitália para a mente feminina: “O cérebro é o órgão sexual crucial nas mulheres”, revelou.
Isso é pra gente parar de reclamar dos cientistas que gastam dinheiro estudando o por quê das meias desaparecerem nas máquinas de lavar. Isso sim é um mistério.
Sexta-feira, na biblioteca da universidade, perguntei a uma das bibliotecárias sobre o livro “Escritos filosóficos”, de Karl Marx e do Engels, do qual precisava copiar um pequeno artigo, denominado “Det alienerade arbetet” (“O trabalho alienado”). Tive que so-le-trar a palavra “alienerade” pra bibliotecária. É mole?
Hoje, pela primeira vez em quase duas semanas, acordei mais tarde do que as seis da manhã. Um luxo total: oito e meia da manhã e eu ainda estava fazendo preguiça debaixo do edredon. E mais! Dormi ontem à tarde. Isso eu não faço desde o ano passado… Stefan ligou e eu nem escutei, acredite se quiser.
Estou lendo três livros paralelamente. O do Tony Parsons (que está me partindo o coração); um livro pro meu curso de ética em serviço social chamado “Trygga och otrygga möten - vardagsetik och bemötande i arbete med människor” (“Encontros seguros e inseguros - ética cotidiana e tratamento no trabalho com pessoas”) e “Yoga para nervosos”, do Hermógenes. (Nervosa, eu? Nããã…)
Esse gifzinho da montanha-russa é bonitinho mas me deixa maluca. Essa coisa repetitiva me dá um nervoso louco. Tô quase tirando isso daí. Acho que se fosse uma criança japonesa crescida nos anos 90, estaria entre as vítimas de convulsões causadas por Picaxú e companhia.
Morro de saudades de tudo. O tempo todo. Não enxergar isso é a-li-e-nar-se.

Hoje estou me sentindo muito sueca. Almocei escutando na
Essas vocês têm que ver! 