July 18, 2005

Nono e décimo dias

Já estamos em casa, em Boden, felizes e muito cansados. M&M fizeram a gentileza de nos levar de carro de Bournemouth até o aeroporto de Heathrow, em Londres, num trajeto de duas horas. Ah, detalhe: nosso avião sairia às 6h45m da manhã de hoje. Vai pro trono ou não vai? :c) Acordamos, todos, lá pelas três da matina e fomos tal e qual zumbis até o aeroporto.

Mas, ainda falta contar dos últimos dias. No nosso último final de semana na Inglaterra voltamos à lezeira habitual e ficamos apenas em Bournemouth, curtindo o sol e o calor (que melhorou muito). Tanto no sábado quanto no domingo fomos a pé ao centro da cidade, fizemos uma visitinha básica à Borders, onde compramos o novo Harry Potter e sentamos na sombra do parque pra almoçar, escrevendo postcards.

Passeamos ainda pelo mercado francês, que se estabelece na praça central de Bournemouth de quando em vez. Não me contive e comprei um sabão de lavanda que, mesmo enrolado num plástico, perfumou minha mala todinha; curry em pó (que também perfumou tudo, apesar de enroladinho); e gastei me last five quid num prato artezanal marroquino. Aliás, surpreendi meu urso, a mim mesma e ao vendedor, quando comecei a conversar com ele em francês (perguntei se aquilo era marroquino mesmo ou se ele estava me enrolando - hohoho). :c)

Faltou escrever no post de ontem

Impressões de Bournemouth:
Cidade costeira. Relaxada como o Rio. Muita gente de biquini e sandálias de dedos nas ruas. Dirigem como loucos. Cheiro de maresia exatamente igual ao da Urca. Ônibus amarelos. Muitas casas lindas pra vender. Especulação imobiliária. Internacional. Muitos franceses. Jardins pequenos porém lindos. Hortências, hortências e mais hortências.

Impressões de Londres:
Internacionalíssima. Moderna. Agitada. Apertada. Quente. Cheia de gente. Todo mundo com pequenas cordinhas brancas de seus iPods nos ouvidos. A maioria lia no metrô, calmamente, enquanto eu entrava em quase-pânico. Indianos, asiáticos, negros, bonitos, árabes, judeus, brancos, feios, ricos, pobres (mais ricos do que pobres). População simpática. Metrô apertadíssimo, mas eficiente.

A palavra em sueco do dia é intryck, impressão.

Filed under: Inglaterra — Maria Fabriani @ 17:50

July 17, 2005

Londres

14_visao_linda_aerea_final.jpg

Sétimo dia, 14 de julho
Saímos da estaçao de trem de Bournemouth rumo à Londres na quinta-feira, dia 14, cedinho. Durante a viagem, muito agradável, atravessamos o verdadeiro English Countryside, o que por si só já foi uma maravilha. Muitos cottages, vaquinhas, carneirinhos, campos verdes. Às dez em ponto da manha chegamos à estaçao de Waterloo.

Passamos por baixo do prédio da Shell (que definitivamente estraga a paisagem) e demos de cara com o London Eye e, do outro lado do Tamisa, as Casas do Parlamento e o Big Ben. Foi uma emoçao. Nao porque sempre tenha querido ver essa paisagem (well, uma parte de mim queria sim) mas por razoes mais pessoais que nao discutirei aqui.

Nessa hora, nao sabia pra onde olhava, se pro Big Ben, se pras Casas do Parlamento ou se pro London Eye, que é uma senhora roda gigante. Comentei sobre o tempo? Pois é, durante toda essa viagem, tanto em Bournemouth quanto em Londres, o sol brilhou de manha até a noite, de forma insistente e intensa. Em bom portugues: estava um calor de lascar côco a viagem toda.

Mas voltando: antes de entrar no London Eye, passamos por uma revista mais ou menos minuciosa nas nossas bolsas e por detectores de metal. Tudo verificado, entramos na nossa cúpula ovalada com ar-refrigerado. Foi uma viagem dentro da viagem. Londres cresceu à nossa frente: vimos a Catedral de St.Paul, o British Museum, o Tamisa dividindo a cidade ao meio como uma cobra verde-musgo. E, lá em baixo, os nativos, também chamados de Londoners.

Sim porque se tem uma coisa que eu gosto de observar quando viajo, além dos monumentos e das paisagens, sao os nativos. Me senti completamente a vontade em Londres. Nas ruas, fala-se todas as linguas e é relativamente raro escutar inglês. Sao muitos os orientais (japoneses e coreanos) e os indianos. Mas escuta-se também muito francês, holandês, português (muuuuito), húngaro (meu urso sabe como é) etc etc etc.

As saias das meninas inglesas estao curtíssimas, cortadas logo abaixo da bunda. Os rapazes parecem fazer questao de mostrar sua rebeldia por intermédio de cabelos cuidadosamente desarrumados e reforçados com gel (como o rapaz que nos vendeu os ingressos pra Torre de Londres, que mais parecia um porco-espinho muito bonitinho).

Bom, logo depois, atravessamos a ponte em frente ao Big Ben e nos dirigimos para o Palácio de Buckingham para ver a troca da guarda. Antes, porém, passamos pelo lindíssimo parque St. James. Nativos dando de comer aos patos, flores, gramados impecáveis, carvalhos mais do que centenários, uma coisa de looooouuuuuco.

Mas continuamos em frente, porque queríamos estar lá já que era na quinta-feira ao meio-dia que a Inglaterra pararia em honra aos mortos nos ataques terroristas do dia 7. Assim como nós, uma multidao teve a mesma idéia. Foi uma doidera encontrar um lugar ao sol, literalmente, pra ver os guardas com seus chapéus de pele de urso (coitado dos ursos e dos guardas, porque estava quente pra cacilda).

Mas, encontramos lugares, eu e Stefan, grudados nas grades do Palácio, M&M mais atrás. Eu e meu urso nos divertíamos escutando a duas adolescentes italianas, Julia e Isabella, que conversavam aos berros e faziam graça de absolutamente tudo. Quando a banda oficial deu o toque inicial para os dois minutos de silêncio, Julia perguntou a Isabella qual a música que eles tocariam naquele momento. Isabella, rápida como uma bala, respondeu: “La cucaracha”. Sem comentários.

Antes do meio-dia, porém, todo o staff do Palácio saiu de seus escritórios e, enfileirados na frente do castelo, prestaram seu respeito aos mortos. A rainha também estava lá, mas eu nao vi. O calor estava tao forte que um senhor (ou senhora - nao deu pra ver de longe), sentado no monumento circular da Rainha Victória, em frente ao palácio, teve de ser retirado de ambulância.

Depois disso, nos sentamos no Parque Green, e comemos nossos sanduíches, que Marcinha havia preparado com tanto cuidado. Já meio exaustos (eu, pelo menos), seguimos em frente, pra procurar um metrô, que nos levaria ao British Museum. Pois é, andamos sim de metrô mesmo depois das bombas. Nao foi uma escolha, mas uma necessidade. Londres é enoooorme, e as atraçoes estao espalhadas para todos os lados, de forma que é imprescindível ter um meio de transporte barato e rápido.

Aqui, vale uma confissao: fiquei com muito medo de andar de metrô. Muito mesmo. Estava aflita o tempo todo: olhava desconfiada para tudo e todos, principalmente para homens/rapazes de aparência árabe viajando sozinhos. Logo eu, pensei, logo eu que detesto racismo, que acho a discriminaçao um dos atos de violência velada (ou nao) mais terríveis que existe, logo eu! Fiquei imediatamente com raiva dos idiotas que se explodiram no metrô e no ônibus em Londres, assim como os que fizeram/fazem o mesmo na Turquia, em Israel, no Iraque, no Afeganistao ou na Espanha.

Nao vou analisar profundamente o radicalismo islâmico, até porque nao tenho capacidade para tanto. Além do mais, pelo que li na imprensa britânica nesses dias, todos os líderes religiosos muçulmanos condenaram os ataques. Vi, inclusive, um desses líderes ser confrontado fisicamente na TV por extremistas londrinos. Já disse e repito: tenho horror a extremismo, seja ele muçulmano, sionista, cristao/católico ou qualquer outro.

Voltando: os vagoes de metrô estavam ainda mais sufocantes do que as ruas. E cheios. Cheiíssimos. Mas sobrevivemos. Logo estávamos no British Museum. Vimos a coleçao do Egito (aquela roubada no país pelos exploradores britânicos dos séculos passados e que o governo egípcio quer de volta), livros armazenados na biblioteca real, arte greco-romana, estátuas impressionantes, cabeças bizantinas (eu acho), budas, e muito, muito mais. A sala de leitura do museu é, por si só, uma maravilha.

Saímos dali direto pro hotel. No caminho, passamos pela Tavistock Square, ainda fechada pela polícia. Foi lá que explodiu o ônibus número 30. Uma hora depois, de banho tomado e meio famintos, saímos novamente. Passamos pela estaçao de King’s Cross, onde uma das bombas explodiu. Foi tocante ver as flores deixadas num pequeno espaço criado para as homenagens. Uma bandeira verde, com uma bola vermelha me chamou atençao (veja foto no link acima). Nela, estava escrito que o Corao nao defende atos extremos como aquele.

Mais emocionante ainda foi ver os cartazes, espalhados por toda Londres, com fotos das pessoas que provavelmente foram mortas nos ataques, mas que ainda sao dadas como desaparecidas (por falta de identificaçao). Como Marcinha descreveu bem, deu um nó na garganta mesmo.

No final do dia, fomos para o Covent Garden. ADOREI. Lojinhas alternativas, restaurantes bacanas, feirinha, livraria Banana, bares, shows. Assistimos a um artista de rua sentados na calçada, comemos uma pizza, e fomos pro hotel, dormir.

Oitavo dia, 15 de julho

Meu aniversário! Acordamos tarde, ganhei presente de M&M com cartao lindo, nos vestimos, tomamos café e nos mandamos. Nossa primeira parada foi a Torre de Londres, onde passamos a manha e boa parte da tarde. Seguimos um Yeoman, que conta a história da Torre de forma interessante e engraçada para um mar de turistas; vimos as jóias da coroa (diamantes, rubis, safiras e opalas indianas e africanas) e nos divertimos com os corvos reais. A Torre Branca, onde ficam as armas, armaduras e a capela onde os condenados a morte passavam sua última noite vivos, dentre eles rainhas e reis, é visita obrigatória.

Depois de um almoço (= sanduíche de atum), comemos um pedaço de torta de chocolate belga (estava um sonho), cantamos parabéns, e nos dirigimos para um dos bairros mais chiques de Londres, Kensington, para visitar o Museu de Ciências e ver a exposiçao do The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy. Saímos de lá quando o museu já estava fechando (e eu ainda estava falando com meu pai no celular). Logo depois, M&M ainda acharam energia e simpatia para nos levar pra visitar a Harrod’s. Nao comprei nada, mas quase pirei no departamento de louças e artigos pra casa.

Depois disso, pegamos o metrô novamente e fomos direto para Waterloo, aguardar o trem para Bournemouth, que saiu pontualmente às 20h5min. Duas horas depois, muito cansados, chegamos em casa. Queria dizer aqui, em público, meu MUITO OBRIGADA, à M&M, que foram companheiros de viagem excelentes, e que sem mesmo precisar ir a Londres, se prontificaram a ir conosco. Dear M&M, thank you very much for all these days. I thank you for your generosity, patience and friendship. Now we wait you in Sweden again!

Fotos novas!

A palavra em sueco do dia é engelska, inglês.

Filed under: Inglaterra — Maria Fabriani @ 10:22

July 13, 2005

Sexto dia

quarta_guiness.jpgDia muito preguiçoso. Acordamos tarde, tomamos café e fomos dar uma volta no centro de Bournemouth. Na hora do almoço (lá pelo meio da tarde), entramos em um pub, comemos sanduíches com Guiness (eu e Marcinha tomamos coca-cola). Voltamos, assistimos a Shrek 2 no DVD, e daqui a pouco vamos jantar (curry by Mr.M). Estamos, na verdade, armazenando energias porque amanha o dia será cheio. :c)

A palavra em sueco do dia é lat, preguiçoso.

Filed under: Inglaterra — Maria Fabriani @ 20:01

July 12, 2005

Quinto dia

terca_stonehenge_placa.jpgDia especialíssimo: hoje fomos a Stonehenge.

O monumento é liiiiindo, no meio de um campo enorme, onde parecem existir fazendas. Estava cheio de turistas, que congestionavam o túnel de entrada, no sol de 35 graus (estimados). Antes, porém, fila pra comprar o tíquete e pra pegar uma espécie de telefone com a história de Stonehenge gravada em diversas línguas. O local é dividido em sete pontos. Quando se passa por um ponto, digita-se o número e ouve-se a história daquele ângulo.

É muito engraçado na entrada do monumento: nenhum turista quase olhava pras pedras; a maioria ficava sentada na grama em frente, tomando sol ou de costas para Stonehenge. Todos, velhos, moços e mais ou menos, ouvindo a voz gravada em japonês, sueco, inglês, espanhol, holandês ou alemao. Eu, pra ser sincera, fui menos compenetrada. Desliguei o trequinho e fui andando até as pedras, que nao podem ser tocadas, mas podem ser vistas de pertinho.

Só tenho uma coisa a dizer: É O MAIOR BARATO!!! Vejas as fotos novas aqui. Agora eu e meu urso começaremos a preparar o jantar de hoje, que será sueco. Faremos ugnspannkaka, uma panqueca de forno, que leva ovo, leite, farinha, sal e manteiga. Come-se geralmente com geléia de blueberry (que compramos no Sainsbury’s). Cheers! :c)

A palavra em sueco do dia é sten, pedra.

Filed under: Inglaterra — Maria Fabriani @ 17:13

July 11, 2005

Quarto dia

segunda_village10.jpgE hoje fomos aa Poole, andamos de ferry, visitamos o Corfe Castle (leia mais nesse post que a Marcinha publicou aqui) - nao exatamente nessa ordem. Estou completamente apaixonada pela regiao de Dorset: pequenas montanhas todas verdes, cottages liiiindos, flores, natureza, agua, barcos e praias. Veja as fotos, aqui!

O calor estah impressionante. Mr.M fez ateh uma estripulia e comprou um ventilador. :c) Andamos de um lado para outro com garrafas d’agua e/ou sorvetes na mao. Alias, o que seria da civilizacao moderna sem os sorvetes? Meus pes estao inchados e acho que eh o calor, acredite se quiser (jah aconteceu isso uma vez comigo, quando estava no Mexico, a trabalho, e estava quente pra dedeu lah tambem).

Andamos pela cidadezinha que rodeia o Corfe Castle, que eh uma das coisas mais lindas que eu ja vi na vida. O castelo e o vilarejo datam do seculo X! Entrei numa lojinha do National Trust e quase pirei! Eh duro ser pobretona na Gra-Bretanha, viu? Travesseirinhos de lavanda, pout-porries das ervas mais fantasticas, xicaras, bolsinhas, chas das qualidades mais impressionantes… Tudo custando os olhos da minha pobre carinha.

Na volta passamos por Poole, uma cidade costeira/pesqueira bem bonitinha. Demos uma volta numa loja de ceramicas locais (nao comprei nada, claro, too expensive), tomamos uma coca-light no calor senegales ingles e fomos fazer compras no Sainsbury. Agora deixa eu ir ajudar aa Marcinha senao ela me poe pra trabalhar mais tarde.. HOHOHOHOHOH.

A palavra em sueco do dia eh by, vilarejo.

(Hej svärmor! Vi har det bra! Klicka här för bilderna! Puss och kram till alla!)

Filed under: Inglaterra — Maria Fabriani @ 20:06

July 10, 2005

Terceiro dia

domingo_brincos-de-princesa.jpgMarcinha tinha me dito que ia maneirar com as manias atleticas dela e de Mr.M quando chegassemos aqui. Mas, qual o que. Passamos o dia de hoje passeando pelo parque New Forest, no norte de Bournemouth. Andamos aproximadamente quatro quilometros - e eu jah tava pedindo penico quando terminamos a trilha. :c)

Nao, serio, que caminho LIIIIINDO! Arvores antiquissimas, carvalhos quase centenarios, pinhos gigantescos, flores, pedras e ateh cavalos selvagens. Lindo! Vimos inclusive um tratador alimentar os veados pertinho do publico. Tirei milhoes de fotos, logico. E estamos com muita sorte com o tempo: sol fortissimo e calor de 28 graus. :c)

A palavra em sueco do dia eh promenad, caminhada.

Filed under: Inglaterra — Maria Fabriani @ 19:45

July 9, 2005

Primeiro e segundo dias

rua01.jpgPois eh, cah estamos nos, na Inglaterra. Yeap, viemos mesmo depois das ultimas loucuras terroristas. Nem passou pela minha cabeca desistir de vir depois das bombas em Londres. O mesmo vale para o meu urso, que com sua mente predominantemente pragmatica, disse: “Bom, agora que eles ja explodiram tudo o que tinham pra explodir, Londres eh uma das cidades mais seguras do planeta, ainda mais devido aa capacidade da policia inglesa”.

Mas a nossa vinda tem tambem uma outra razao, claro. Nao estamos na capital, mas em Bournemouth, na casa da Marcinha e do Mr.M, que nos receberam com champagne e brioches feitos em casa!!!! E que apartamento lindo! Dormimos numa cama deliciosa e, luxo dos luxos, temos nosso proprio quarto e banheiro! Fiz um tour pela cozinha, where the magic happens, e vi todos os apetrechos de cozinha da minha querida Marcinha.

Chegamos em Heathrow ao meio-dia de ontem e nao tivemos problema algum nos controles de passaporte ou malas. Na saida, de carro pela M25, achei que tinha entrado no aviao errado e ido parar em Sao Paulo. A imagem eh quase a mesma. Soh os carros que teimam dem dirigir ao contrario. Isso, alias, eh enervante. Mas emocionante tambem. Mais ao sul, percebemos que estamos na Inglaterra: muitos montes, campos verdinhos e florestas. A coisa mais linda!

Depois de instalados, fomos dar uma volta por Bournemouth. Vimos aquelas casinhas geminadas com a facada de tijolinho, os jardins no fundo, na frente das casas flores lindas (Hortensias em todos os cantos. Bournemouth eh rodeado de hortensias!). Uma das ruas principais perto da casa de M&M eh cheia de lojas e restaurantes. Entramos numa loja de especiarias indianas e quase compramos nosso primeiro curry de verdade. :c)

Hoje, no segundo dia, saimos a peh ate o centro da cidade. Andamos por ruas liiiiiindas, com casas maravilhosas, com arvores ainda mais incriveis. Passeamos pelo centro, entramos em muitas lojas, vi 505 coisas que queria comprar, passeamos pelo parque onde havia show gay, fomos aa praia, vimos o pier, fizemos picnic na areia, bebemos nossa primeira pint num pub ingles e voltamos pra casa de onibus. Nunca imaginei que a Inglaterra fosse tao legal! :c)

Fotos!

A palavra em sueco do dia eh Storbritannien, Reino Unido.

Filed under: Inglaterra — Maria Fabriani @ 19:02

July 8, 2005

Stefan e Maria II

mala02.jpg

Fomos.

A palavra em sueco do dia é smekmånad [ismêkmôônad], lua de mel.

Filed under: De bem com a vida,Inglaterra — Maria Fabriani @ 17:16
 

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